Juliês

Quando o Manel tinha um ano e tal, a educadora dele pediu que compilássemos as palavras que ele já dizia e as registássemos exatamente como ele as dizia. No fim desse ano pudemos perceber a evolução – que é muita, naquela idade, é quando desabrocham as palavras todas! Foi muito giro.

Lembrada disso e consciente de que estes primeiros anos passam à velocidade da luz e que há coisas que vamos esquecer (ainda não acho possível ter-me esquecido do “Sussuca”), resolvi registar aqui as coisas que a Júlia diz. Até porque já lhe noto aquele esforço de se autocorrigir (ex: faz muita força para dizer o “g” de “água” e não se ficar pelo “áua”, e quando ainda lhe sai, repete, para dizer com o “g”). Então temos: Continuar a ler

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Adaptações 

O Frederico começou a ir à escola.

Quando o Manel nasceu num agosto, acabando-se-me o horário reduzido no agosto seguinte, pelo menos, ainda equacionámos deixá-lo com os avós naquele período entre o eu voltar a trabalhar (fevereiro) e o início de um novo ano letivo (setembro), mas acabámos por sentir naturalmente que essa não seria a melhor opção. Preferimos não sobrecarregar os avós (uma acabada de se reformar, quão injusto seria por-lhe o menino nos braços?) nem pedir que reorganizassem os seus estilos de vida e focalizámo-nos na parte positiva da escola, a socialização com os pares e com os estranhos. Sabendo que é por volta dos 9 meses que os bebés começam a conseguir distinguir o seu núcleo familiar do resto das pessoas e a “estranhar os estranhos”, preferimos começar a escola logo aos seis meses, salvaguardando a introdução gradual – e ao nosso ritmo – da alimentação complementar ao leite materno. Correu bem esta fórmula, repetimos com a Júlia com o mesmo sucesso, e pois que agora lá vai o xô Frederico pelas passadas dos manos. Continuar a ler

Sopas

Começou a semana passada, aos cinco meses e meio, como os manos, a comer sopa e fruta. Como os manos, a primeira estranhou; agora já entranhou! Ao terceiro dia já abria a boca para a colher. Ao quinto dia já tinha percebido que a seguir à sopa é que vinha o doce, o manhoso, e ja estou completamente enleada na teia do truque de por um bocadinho de fruta na pontinha da colher de sopa. Já mal se suja e em 20 minutos está despachado.


‘Tás a ver porque é que eu vou no terceiro? Não tenho história para contar, corre-me sempre tudo bem! Antes (gravidezes sem ocorrências), durante (apesar de cesarianas) e depois (que comem e dormem bem), o que é que eu tenho de que me queixar? Nada! Mais valia continuar porque, claramente, eu sou boa nisto! 😀