À última hora 

Quem está a 45 minutos de ultrapassar o prazo para validar faturas no e-fatura, a enervar-se porque aquela trampa nem sequer abre e a martitizar-se por ser tão tipicamente portuguesinha nestas coisas e deixar sempre tudo para a última levante o braço! *de braço no ar*

🙋🏼

35, 40

Não sou economista e por isso não sei avaliar o impacto de uma medida como a redução da carga de trabalho da função pública das 40 para as 35 horas. Mas já trabalhei com estatísticas e sei que os números também se produzem e que se podem interpretar a bel-prazer, não é necessariamente ciência exata. (E também me está a dar gozo assistir a isto da implementação das promessas eleitorais mas afinal sem ser já, já, já, mas, pronto, isso são outros 500.) Do que eu acho que consigo falar, não porque tenha formação académica mas porque sou mãe de dois bebés, é do impacto social da carga horária de trabalho de uma pessoa, seja ela funcionária pública ou por conta de privado. Continuar a ler

“E”

E a moda de escrever coisas no facebook sempre começadas com “E”? Como se a conversa já fosse a meio e estivéssemos numa de conclusão, que é quando se usa o “e” (e mesmo assim tenho ideia de ter aprendido que não se começa nenhuma frase com “E”, mas pronto)?

“E aos quatro meses, aqui está a primeira papinha!”

“E num dia de frio, nada como um chocolate quente!”

“E como diz o ditado, cão que ladra não morde!”

“E assim continuamos o nosso caminho juntos, amo-te, paixão!”

E esquecer que o “e” existe e aprender a escrever frases com o devido início, depois meio e, no fim, o fim?

E eu ir lá a cada um dos posts dos meus amigos e amigos do “E” e dizer-lhes que é cansativo ler as coisas assim escritas porque eu não estava lá no exato momento anterior em que eles estavam a comentar o respetivo assunto para o lado e, então, em jeito de conclusão, resolveram escrever o post? “E” o quê?